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O Despertar do Desejo – Parte 2

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O Despertar do Desejo – Parte 2
O DESPERTAR DO DESEJO – Parte 2
ANDRÉ seguia em direção ao aeroporto completamente alheio ao que ocorria ao seu redor, a experiência vivida instante atrás, ainda trazia suas consequências.
Sentia seu corpo ainda tremer, o prazer que experimentara, fazia com que seus pensamentos buscassem nas curvas da estrada, recordar as curvas de MARTA, seu membro começou a recuperar a rigidez e a excitação falou mais alto.
Seu pai procurou conversar, mas sequer conseguiu prestar atenção em suas palavras e respondia em monossílabos. Deixou seu pai no aeroporto e sequer esperou o embarque, seus pensamentos estavam em casa, no que acabara de ocorrer.
Sua mãe exigira ver seu membro, e pediu que se masturbasse enquanto ela olhava, depois, não satisfeita ela, levantou a saia e mostrou seu objeto de desejo, sua bunda apetitosa, coberta apenas por uma calcinha, que depois foi rasgada, expondo as ancas tão desejadas.
A excitação falou mais alto e sua mãe sentou em seu colo. Sentiu cada centímetro de seu membro, penetrando as intimidades de MARTA, uma penetração justa, intensa, profunda. Quando MARTA começou a cavalgar, então todas as sensações se perderam em um torpor que culminou com uma gozada intensa, que se perdeu nas bandas daquela bunda e no chão da sala, enquanto seu pai gritava que estava atrasado e que iria perder o voo.
Agora, retornava para casa, sabendo que a mulher, fonte de seus desejos, estaria naquele local, esperando-o, para que terminassem o que haviam começado, pelo menos assim esperava, ou melhor, ansiava.
***
MARTA subiu para seu quarto, caminhando nas nuvens, estava excitada, não ficara satisfeita, sua xoxota queria um cacete, queria sentir o ir e vir do macho em suas carnes. O prelúdio de foda com ANDRÉ serviu apenas para ampliar sua excitação, queria muito mais. Sua calcinha estava rasgada e presa apenas por uma das pernas, sua xoxota ensopada e dilatada lhe lembrava de que instantes atrás tinha um cacete enterrado até o talo. Tocou sua vagina e percebeu que ela ainda encontrava-se dilatada, a grossura do cacete de ANDRÉ ainda não a permitira suas carnes voltarem ao calibre habitual, seu grelo estava intumescido, exposto, como o botão de carne que era e isso lhe proporcionava uma mistura de dor e excitação, não nessa mesma ordem.
Deitada em sua cama começou a pensar no ocorrido, não acreditava como tivera coragem de cavalgar seu filho daquela maneira, estava muito tesuda, ver o pau de ANDRÉ duro, novamente, foi demais para ela. Há vários dias seu filho a vinha seduzindo, tesando, roçando em suas carnes, podia sentir cada vez, que teve aquele membro roçando o rego de sua bunda, separando cada nádega. Sentia a grossura, a rigidez, sua mente sabia que era seu filho, mas seu corpo sabia apenas que era um macho, um homem, vigoroso e bem dotado e que despertara sua libido, seu excitação, naquele momento era apenas uma mulher com excitação querendo seu macho, seu homem, aquele que a faria gozar profundamente.
E ANDRÉ conseguira isso, sem muito esforço, quando sentou naquele cacete, não estava preparada para o que passara a sentir, primeiro, roçou a xoxota naquele corpo duro, ao deslizar suas carnes naquela massa de nervos, sentiu sua xoxota ficar completamente molhada, quando encaixou a cabeça na entrada da buceta, sentiu como aquela glande a alargava, separando suas carnes, cada lábio menor para um lado e forçava o canal, por onde, anos antes havia saído.
O pau de seu filho era muito maior que o do pai, maior e mais grosso, assim, acostumada a um calibre menor, sentiu quando seu canal se esticava para receber aquele invasor e à medida que foi penetrando, sentia que se alargava e amoldava suas carnes, a borda da glande ia roçando suas paredes internas e deslizando por seu canal vaginal, como uma lenta e prazerosa tortura, somente abriu a boca em um grito mudo, quando sentiu que fora totalmente penetrada e que a ponta daquele cacete estava empurrando o colo de seu útero, como se quisesse também ultrapassar aquele último obstáculo.
Incontrolada, apenas percebeu que começou a cavalgar o filho, roçando seus pelos nos pelos do mesmo, pois a penetração fora completa e não queria perder nenhum centímetro daquele cacete que desejara a semana toda. Sabia que era errado, era seu filho, mas era o homem que desejara e que a seduzira de forma inapelável.
De repente se deu conta de que aquele cacete estava ficando cada vez mais duro e engrossando, sentiu que seu filho não resistiria mais e que estava gozando, desmontou do cacete de ANDRÉ, no exato momento em que este gozava, recebeu inúmeros jatos de porra na buceta, na bunda, pernas, enquanto outros caiam no chão e no sofá, ao mesmo tempo em que seu esposo, gritava estar atrasado e que era para o filho descer e o conduzir ao aeroporto, pois perderia o voo.
Jamais pensou que um homem conseguisse tirar tanto prazer de seu corpo, e ainda mais que este homem seria seu próprio filho.
***
ANDRÉ chega a casa e aciona o portão eletrônico que abre a garagem. Olha sua casa e para o segundo andar, na direção do quarto de MARTA. Como reagiria sua mãe, terminariam o que haviam começado, eram perguntas demais, dúvidas demais, mas uma certeza era inegável, o calor da xoxota de sua mãe, o cheiro e principalmente a humidade daquela buceta estava impregnadas em seu cacete de forma indelével.
Sentiu o cacete crescer dentro das calças, o objeto de seu prazer e descontrole estava dentro daquela casa, em algum cômodo, possivelmente no quarto, cuja janela olhava naquele momento. Queria subir correndo e se atirar em seus braços, contudo, havia ainda alguma insegurança, desejava sua mãe e queria continuar a foda que haviam começado e interrompido.
***
MARTA escutou o barulho do portão se abrindo, sabia que ANDRÉ estava de volta, mas não sabia como iria reagir ao olhar seu filho nos olhos, se via abrindo a blusa e mostrando-lhe os peitos, rasgando a calcinha para poder cavalgar aquele cacete que desejava, mas ainda era seu filho e não tinha a confiança necessária para se entregar a ele como desejava, os pilares de sua família estavam desmoronando e ela era a única culpada, não poderia ter aceitado o jogo, e agora, como iria fazer para terminar esse jogo.
Seus pensamentos contraditórios foram interrompidos, quando percebeu que a humidade entre suas pernas, escorreu por suas coxas, mostrando que ainda não estava satisfeita como mulher, sua vagina piscou, como uma égua que sabe que será coberta pelo garanhão, ela tinha certeza que seu filho iria querer terminar a foda e ela queria terminar a foda, sua xoxota queria, mas seu cérebro teimava em tentar lhe convencer do contrário.
Rapidamente se levantou e trocou sua calcinha, pois a que usava fora rasgada e estava inutilizada. Abriu a gaveta e não sabia qual escolher, pensou naquela de renda, mas achou melhor não, escolheu uma de algodão, confortável e ajeitou a saia que simplesmente fora enrolada em sua cintura enquanto cavalgava o cacete do filho, estava amarrotada, não tinha sequer tomado banho.
****
ANDRÉ colocou o carro na garagem, desceu e abriu a porta da sala, olhou para o sofá onde minutos antes gozara fartamente nas carnes de sua mãe, viu um pedaço da camiseta usada para limpar o esperma gozado na bunda, pernas e almofadas, jogada debaixo do sofá. Essas lembranças fizeram com que sua ereção retornasse com toda intensidade, subiu as escadas e olhou para a porta do quarto de sua mãe, sabia que ela estaria lá dentro, esperando por ele ou não, descobriria em instantes.
Tocou a maçaneta da porta e a girou, abrindo a porta que separava o mundo de tudo aquilo que mais desejava.
MARTA estava de costas em pé junto a janela olhando para fora, seu corpo tremia de excitação, escutou a maçaneta da porta e sabia que seu filho a buscaria, sentiu a aproximação do filho, instintivamente retesou o corpo, esperando a abordagem do macho.
ANDRÉ olhou a figura da mãe e mais uma vez o tesão turvou sua visão e pensamentos, queria aquele mulher e agora, não havia nada para atrapalhar e tinham todo o tempo do mundo. Tocou a cintura de MARTA e a puxou para que pudesse roçar mais uma vez aquela bunda maravilhosa, seu pau estava duro e queria furar as calças, sentiu quando sua masculinidade se amoldou ao rego da bunda de sua mãe que submissa, apenas curvou o pescoço para trás, proporcionando ao mesmo sentir o cheiro da fêmea e depositar um beijo que fez o corpo de MARTA arrepiar, ao mesmo tempo em que a mesma forçava o quadril para trás, tornando a encoxada mais justa e profunda.
A língua de ANDRÉ percorria seu pescoço e orelha, numa carícia gostosa. MARTA forçou a bunda novamente contra o cacete do filho e começou a rebolar, devagar, sentindo cada centímetro daquele cacete, enquanto sua xoxota cada vez mais encharcada inundava o fundo da calcinha recém-colocada, sentiu as mãos de ANDRÉ em seu ombro empurrando-a para frente.
MARTA apoiou as mãos na borda da janela e inclinou o corpo, dando total acesso de seu traseiro ao filho. ANDRÉ roçou a bunda da mãe e se afastou suas mãos acariciavam aquelas carnes por cima da saia que lentamente foi levantando, enquanto roçava a pele da parte interna de suas coxas, a saia subiu até a cintura e foi colocada apoiada no quadril, a calcinha emoldurava a desejada bunda.
Deslizando a mão por aquele traseiro, ANDRÉ se dirigia até a parte mais íntima da anatomia de sua mãe, seu tato, sentia a umidade daquela calcinha, seu dedo médio, deslizou por toda aquela rachadura, fazendo com que MARTA soltasse um gemido profundo, ao sentir sua xoxota ser tocada, mesmo por cima da calcinha, numa caricia profunda.
Submissa, esperou o próximo passo, queria ver até onde seu filho iria. ANDRÉ ajoelhou-se e colocou seu rosto na altura das nádegas de MARTA, pegou sua calcinha e começou a deslizar com a mesma perna abaixo, expondo aquele traseiro, farto, sentiu o cheiro que emanava da vagina de sua mãe e ficou inebriado, aproximou o rosto e deu uma lambida bem no meio da bunda de MARTA, que sem esperar por aquilo, afastou a bunda, que imediatamente, foi puxada pelo filho para a posição inicial, onde sua língua passou a percorrer cada caminho, cada curva, cada prega, cada dobra daquela carne.
MARTA passou a gemer com uma ensandecida, não sabia que podia sentir tanto tesão e que seu filho se mostrava um amante caprichoso e habilidoso, quando a língua deslizou de seu ânus para a racha da xoxota, sabia que iria gozar em instantes, tentou se preparar, mas não conseguiu segurar, a língua deslizou rápida, somente se lembrou de apertar os lábios para não gritar alto demais, pois abafar o grito foi impossível, sentiu suas pernas tremerem e as mãos forte de seu filho a amparando. Com a respiração descontrolada, sentiu seu filho se levantar e se posicionar atrás de seu traseiro, sentiu a cabeça molhada do cacete de ANDRÉ deslizar por seu rego em direção ao seu canal vaginal, a penetração foi lenta e profunda, arrancando da mesma mais um orgasmo, olhou por cima do ombro e conseguiu dizer apenas: – você vai matar sua mãe! e começou a gozar de novo.
Sentia as mãos em seu quadril, sentia a rigidez daquele membro que entrava e saia de suas entranhas e principalmente se sentia completa, plena, saciada. ANDRÉ a comia como a uma cadela, por trás, montado em seu traseiro. Sentiu o momento em que ANDRÉ acelerou as estocadas, sabia que o macho buscava o próprio gozo, sentiu o exato momento em que seu filho a puxou e a prendeu numa penetração profunda e apertada e principalmente sentiu quando os jatos de esperma foram disparados contra o mais profundo de seu ser, diretamente no seu útero, local onde fora gerado e que agora recebia sua semente como macho, gozou de novo e de novo e de novo.

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