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Desejos

Desejos

Esse conto começa quando eu estava com 34 anos, provavelmente eu não vá conseguir seguir a ordem cronologica exata dos acontecimentos, mas eles todos ocorreram durante essa época… Mas, eu não sei se fazia muito tem que eu não transava com alguma mulher, ou se eu já iria desenvolver essa minha “tara”, mas os abraços e beijos que eu dava em minha filha, já despertavam algo a mais do que só um amor de mãe… No começo eu não entendia muito bem o que estava acontecendo, ou talvez estivesse tentando negar a mim mesma, pois acho que não é fácil para ninguém assumir que sente algo a mais por um próprio filho, ainda mais tão jovem assim… A questão é, que cada abraço, cada toque de pele e cada aroma que sentia vir da minha Bia me acendia, o calor era inegável, mas como eu mesma negava no começo, continuei a agir normalmente, mas inconcientemente acho, sempre encontrava motivos a mais para abraça-la, beija-la… Nossas “sessões cinema” que ocorriam semanalmente em casa, com a fimilia inteira reunida, passaram a ser diárias, e eu sempre arrumava uma maneira ou uma desculpa para ficar abraçada a minha filha enquanto assistiamos ao filme, abaixava bem a temperatura do ar muitas vezes, só para ficarmos debaixo de uma coberta…

A verdade é que depois de algum tempo assim, eu não me contentava só em sentir seu corpinho contra o meu, Bia sempre foi baixinha, naquela epoca ela devia medir 1,45 ou até menos, calçava 32, pele tão branca quanto a minha, somos bem parecidas, ela é como uma versão chaveirinho de mim rs… As diferenças mais mascantes são os cabelos, que são um pouco mais escuros, as coxas que não são tão grossas, mas ela desde bem novinha sempre teve um lindo bumbumzinho super empinadinho, não era grande, mas era bem redondinho, sem uma curva fora do lugar, e os seios sempre pequenos, até hoje são rs… Mas eu gosto disso… Bom, como disse, já não me bastava mais aninhar esse corpinho contra o meu, numa conchinha muito gostosa, sentindo seu bumbum empinadinho acolhido no meu quadril, eu queria mais…

Meus carinhos de mãe nesses momentos começaram a se confundir com carinhos de mulher, muitas vezes sem perceber eu me pegava percorrendo a barriguinha dela ou suas coxas, e quando dava por mim, não era apenas um calor que eu sentia, mas sim uma enorme excitação, passei a perceber que ficava excitada, realmente molhada e melada de tesão fazendo isso… Foi quando a culpa começou a cair sobre minha cabeça, eu não podia sentir isso pela minha própria filha, era errado, muito errado…

Passei por um periodo a evita-la, por volta de uma ou duas semanas, imaginei que poderia ser falta de mulher rs… De buceta!… Realmente já fazia muito tempo que não saia com uma, nesse meio tempo transei com três mulheres (caso queiram posso dar detalhes desses acontecimentos), mas realmente não surtiu o efeito que eu esperava, eu ainda me pegava pensando no quanto aquele corpinho da Bia era uma delícia de abraçar, de pegar, de cheirar… Ela ainda sendo tão vaidosa e meiga, complicava muito mais a situação, já não resistia mais a ela me pedindo pra vermos filmes, que queria, estava com saudades de mim, que estava saindo muito (para ver outras mulheres) e acabei cedendo… Logo no primeiro dia depois dessa pausa de “filminhos”, o ritual padrão, nos deitamos juntas no sofá.

Não demorou muito para aquela linda menininha me deixar molhada, e muito menos para que eu perdesse o controle das minhas mãos, que envolviam cada cm de pele que me era possível, estava um dia frio, e todos debaixo de cobertas… Bia estava com uma blusinha de pijama fina de algodão e mangas cumpridas, que fazia conjunto com um shortinho, bem curto, eu estava com uma camisola preta, dessas comuns… Depois de muito acariciar as coxas da minha filha, que sempre correspondeu muito bem a todos os meus carinhos, mesmo eu a tocando de forma muito sexual pra mim, ela parecia amar, se sentir protegida e amada, não sei… O fato é que minha mão já estava nos limites entre suas coxas e o shorts, meus dedos tocavam o inicio do tecido… Apenas sei que quando sei por mim, minha mão já estava fazendo um carinho que subia do meio de suas coxas branquinhas até o meio da bundinha empinadinha… Eu fiquei em extase, pude sentir minha buceta molhar toda minha virilha e o fato dela não parecer se incomodar nem um pouquinho com meus toque me deixava mais louca ainda e tentada a avançar mais, eu mexia meu quadril e minha coxas tentando esfregar minha bucetinha em alguma coisa pra aliviar o calor e o tesão que estava sentindo nela, mas não era o bastante, estava quase gemendo, engoli a seco e falei -Preciso ir no banheiro! Não precisa pausar…

Levantei depressa e fui sem olhar para os lados, depois que tranquei a porta, meti a mão por entre as minhas pernas, meu deus, até acharia que tinha feito xixi, se não fosse pelo liquido ser melado, minha calcinha estava verdadeiramente encharcada, fiz um vai e ver frenetico me masturbando por cima da calcinha até que não aguentei mais, tirei ela e sentei no chao do banheiro, queria tanto uma buceta na boca que levei minha propria calcinha no meu rosto, cheirava tanto forte meu próprio gozo (eu realmente fazia isso as vezes, cheirava minhas calcinhas e até minhas meias e alguns sapatos para me masturbar, mas nunca tinha feito com tanta… Violencia), alternava a mão que eu usava na minha bucetinha, ela que já era um pouco inchadinha estava pulsante e quente meus meus dedos, em sua volta que era branquinho como minha pele estava avermelhada, tamanho o tesão que eu me esfregava e masturbava, meus pequenos labios mal se notam como sempre, são realmente bem pequenos, assim como meu clitoris, que também eh bem pequeno, entre a pele rosadinha da minha pequena buceta só era possivel ver meus dedos me esfolando rápido em meio a muito melzinho, na posição em que eu sentei, até meu cuzinho já estava melado… Foi quando um pouco antes de gozar enquanto eu delirava de prazer eu vi uma calcinha da minha filha jogada no cesto de roupas, ela estava pendurada na borda… Sem sequer pensar, larguei minha calcinha e agarrei a dela, uma daquelas calcinhas comuns da capricho, era vermelha e de algodão, bem pequenina, uma graça, mas tudo que eu via nela agora era um imenso tesão… Levei a parte interna que fica na bucetinha direto no meu nariz… Quando aquele aroma de bucetinha desabrochando com um leve cheirinho de xixi invadiu meu nariz eu fui ao delirio, gozei, gozei tanto e tão forte… Eu mordia o resto da calcinha pra não fazer barulho…

Enquanto o climax foi passando eu continuava cheirando desesperadamente aquele pequeno pedaço de tecido, pensava o quanto aquela bucetinha devia ser cheirosa, a pequena manchinha branca mostrou que ela já ficava molhadinha… Meus pensamentos foram a mil, será que ela já tinha ficado por conta de alguma carícia minha?…

Depois de recobrar completamente os sentidos, joguei minha calcinha na pia dei uma limpada para disfarçar e por fim deixei no box do banheiro, para não sair sem nada por baixo, aproveitei que aquela calcinha da minha filha já estava um pouco velha e a vesti, estava bem apertada, mas nada insuportavel, ficou quase um fio dental em mim rs… Admirei o volume que minha buceta fez nela… Ficava imaginando como a da minha filha fica numa calcinha apertadinha rs…

Voltei a sala e o filme estava praticamente no final… Deitei novamente junto com minha menininha mas não exagerei, consegui me conter, minha cabeça estava tão culpada e tão imaginativa ao mesmo tempo, vi o resto do filme calada, fiz o jantar rápido e logo depois que jantei com meu marido fui dormir…
Fiquei dentada na cama sozinha por um bom tempo pensando em tudo, pensava em procurar ajuda profissinal, chorei muito por ter todos aqueles pensamentos na cabeça, mas quando estava quase pegando no sono, talvez pela mente meia grogue minhas defesas caíram de novo… Não siaa da cabeça que eu estava com a calcinha da minha filha ainda… Não demorou muito eu já estava melada e dessa vez meu cheiro iria se misturar com o cheiro dela, minha imaginação e curiosidade estavam explodindo, levantei da cama e fui pro banheiro do meu quarto… Liguei o chuveiro para abafar algum som, tirei aquela calcinha vermelha da capricho, toda meladinha com meu melzinho… E repeti o mesmo ritual que tinha feito mais cedo, cheirava tanto… O cheirinho levemente doce da xaninha dela parecia uma droga pra mim, eu mal conseguia pensar… Depois de me acabar e saciar aquele fogo novamente… joguei a calcinha no cesto e tomei um banho… Usei a mesma camisola, já que ela não havia sujado e fui me deitar, nesse meio tempo meu marido já havia se aconchegado na cama… Virei e dormi…

No dia seguinte depois de deixar meus filhos na escola a primeira coisa que fiz foi procurar algum psicologo, claro, BEM LONGE da cidade pra eu me consultar, já havia se passado seis meses desde que comecei as sentir os calores, estava indo longe demais… Fiz uma força absurda e cortei os cineminhas em casa a tarde… Passei dois ou três meses me consultando, o que realmente não estava me ajudando, o que me parecia era que os psicologos mais se excitavam com o que eu estava passando do que tentavam me ajudar a superar, eu até procurei uma mulher, mas com ela pareceu o mesmo, fiquei desacreditada… O pior é que nesse meio tempo, eu podia não estar “atacando” ela diretamente, mas virou um habito cheirar suas roupas usadas… Era ela chegar da escola ou sair do banho, e eu ia logo atrás… Ahhh o perfume daquele corpinho nas blusinhas, calças, shorts… Aquele cheirinho doce de xaninha na calcinha, eu delirava… Tanto quando eu cheirava suas meias, sapatilhas, tenis, sadalias etc… ainda mais em dias de educação física… Sou uma podolatra ativissima! rs… E os pezinhos da minha filha, além de lindos era cheirosissimos, de um chulezinho maravilhoso rs… Não aquele chulé ruim, sabe?… Cheirinho de pézinho, suadinho, sabe? Quem gosta vai entender! rs…

Foi quando depois de uns 3 meses eu desisti de psicólogos, eles estava me deixando mais maluca ainda… Só sabiam perguntar detalhes da minha masturbação e do corpo da minha filha, que merda!…
Passada uma semana que não visitei ou falei com mais nenhum dos psicologos… Acabei não resistindo mais, e depois de muita insistência da minha filha para eu ver um filme com ela eu aceitei aquela voz tão meiguinha e inocente dizendo -Vai mamãe, assiste comigooo – Só conseguia imaginar como devia ser essa voz gemendo… Eu estava com medo e muito triste comigo mesma, eu ao mesmo tempo excitadissima… Isso foi numa quinta ou sexta feira, era por volta das 18:00 hrs, meu marido já havia voltado, porém ele levou meu filho pra passear e ficamos só nós duas, eu fiquei muito nervosa, não sabia o que fazer, mas já havia prometido a ela…

Nesse dia estava calor, ela estava só com uma calcinha, que eu já conhecia bem rs… E uma blusinha de pijama… Eu vestia somente uma calcinha e um camisetão largo do meu marido, gosto de usar pra ficar em casa, acho confortável…
Começamos a ver o filme e não demorou muito pra ela se aninhar em mim, naquela conchinha gostosa!
Aquela bundinha quase nua no meu quadril foi golpe baixo, eu fiquei excitada em minutos! Já não prestava mais atenção no filme, só pensava em traçar um trajeto pelo corpinho dela em que eu pudesse tirar o maior proveito sem ela perceber minhas intenções…
Comecei nos ombros, passava a mão pelo seu bracinho nu, ora a palma da mão, ora o dorso dos dedos e também por vezes só as pontas das minhas unhas, que fazia ela arrepiar um pouquinho, achava um tesão aquilo rs… Passei pra barriquinha toda encolhidinha, fazia um carinho por cima da blusa e descia até quase chegar na sua calcinha, numa região onde a blusinha não alcançava, deixando um pequeno feixe de pele o qual era um deslumbre pra mim, cada vez que minha mão descia e eu podia sentir sua pele… Depois de algum tempo de carícias e com a total a aprovação dela até então, coloquei minha mão por dentro de sua blusinha, afagando aquela barriguinha, pele com pele agora, quando passava a ponta das unhas e se arrepiava igualmente com o braço, e soltava uma risadinha tão gostosa que se confundia a gemidinhos na minha mente pervertida… Minha bucetinha já devia ter melado toda minha calcinha a essa altura, podia sentir o começo das minhas coxas humidas onde elas se encontravam com a virilha…

Passei então também a passar meu pés nos pezinhos dela, algo que nunca tinha feito, mas me deu um tesão muito grande também, os pezinhos dela eram tão pequenos e macios, maravilhosos… Nesse momento ela me perguntou -Que foi mamãe? O que você ta fazendo?- Isso nunca tinha acontecido, eu entrei em pânico! Mas depois de travar por uns dois segundos eu respondi -Meus pés estão gelados, to vendo se dou uma esquentada neles- Ela riu um pouco e disse -Ta bom-… Não pareceu desconfiada, mas ela me achou estranha rs… Mal sabia ela o quanto eu amava o cheiro do suor daqueles pezinhos e o quanto eu desejava chupar cada dedinho… Lamber cada cm daquela solinha branquinha e lisinha… Macia… Ahhh…

Logo depois meu alvo foram suas coxas… Já estava com sua bunda em mente, mas precisava atacas as coxas primeiro…

Minha mão ia na lateral da coxa dela, do joelho até o meio da coxa, com o mesmo padrão de carinho, palma, dorso dos dedos, pontinha das unhas, e tentava subir pouco a poupo… Quando meu carinho já se concentrou do meio da coxa até sua cinturinha sabia que era a hora… Começava na sua cinturinha e ia até a parte de trás da coxa, depois de um tempo, já estava no seu bumbumzinho, quase nu, sua calcinha era daqueles modelos asa delta, parte da bundinha estava sem nada, cada toquei meu me fazia ficar cada vez mais meladinha… Senti os minusculos e quase imperseptiveis pelinhos da sua coxa e bumbum ficarem arrepiados… Eu estava literalmente doida!…

Subi minha mão pela cintura e fui até sua barriguinha novamente! Mas… Por cima da blusa… Passei a subir cada ver mais com minhas carícias… Até chegar a base dos seus seios, eram pequinininhos, mas bem firmes… Até que repousei minha mão no seu peito, e com meu dedão comecei a fazer carinho em parte dos seus peitos… Não chegava no biquinho, mas passava em boa parte dele, até ai ela continuou calada… Me senti confiante e avancei mais,agora parte da minha mão estava sobre seu peitinho, nesse mento esfregava uma coxa na outra lentamente tentando me satisfazer… Quando comecei a acariciar seu peitinho com o dedão, encontrei seu biquinho, estava bem durinho, talvez pelos arrepios, mas só conseguia imaginar uma bucetinha molhada entre as pernas dela… Não demorou muito ela perguntou -O que você ta fazendo mamãe??- Não de forma brava ou assustada, parecia mais curiosa, ela era muito ingenua… Mas eu realmente travei novamente, achei que aquele era o fim pra tudo!

-Nada meu amor, carinho só, porque?

-Mas ai mamae?

-Ué filha, só carinho de mãe, não ta bom eu paro, poxa- Falei com um ar triste, que acho que a convenceu…

-Ta bom, é que fica me dando uns arrepios, mas não é ruim não, é engraçado- Ele disse isso e deu uma risadinha no fim…

Não preciso nem dizer, minha imaginação e excitação foram a mil! Continuei a brincar com seus biquinhos… Era tão excitante!!… Mas eu realmente não ia aguentar mais, estava quase encoxando ela pra me esfregar naquela coxa e naquela bundinha deliciosa… Fiz a mesma coisa do outro dia, me levantei e fui ao banheiro e me acabei numa siririca deliciosa, chupava meu dedos melados imaginando o gosto dela… Forçava minha calcinha no meu rosto imaginando ela sentada sobre mim… Passava meus dedinhos no meu grelinho e só pensava na boquinha e na linguinha dela, aquele rostinho de menininha me olhando… Ahhhhh gozei tanto!

Bunlar da hoşunuza gidebilir...

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