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Como me transformei numa bicha depravada

Bukkake

Como me transformei numa bicha depravada

Abaixo envio ums história real que, no fundo, é a minha.
Se for publicada o nome do autor é Joselito e o mail é este donde envio.
Grato com cumprimentos,

Joselito

As minhas tendências para ser dominado começaram a manifestar-se muito cedo. Quando tinha talvez quatro ou cinco anos, recordo-me da filha de uma empregada da casa dos meus pais, rapariga muito modesta, bonita, de olhos negros muito vivos, com um ar muito malandro, que teria treze ou catorze anos e que passava as tardes na minha casa, enquanto a mãe trabalhava. A casa dos meus pais era uma espécie de quinta com um terreno muito grande onde havia relativamente longe da casa grande um pequeno anexo onde eram guardadas as ferramentas dos jardineiro e outras coisas de pouco uso. Claro que eu aproveitava a companhia da filha da empregada já que, sendo filho único, passava a maior parte do tempo só. Ela, que andava descalça, gostava de me dar pequenos pontapés no rabo, de me dar as solas dos seus pés sujos a lamber e de se sentar em cima de mim, eu deitado de costas no chão de cimento e ela beliscando-me “as maminhas” e impedindo os meus movimentos com o seu peso. Algum tempo depois, com a ajuda de um cordel relativamente grosso, amarrou-me primeiro as mãos, depois os pés e, finalmente, as pernas e as coxas, tornando qualquer movimento ou fuga minha impossível. Depois virava-me de rabo para cima e dava-me palmadas, punha-se de pé sobre as minhas costas, virava-me novamente, cuspia-me na cara, abria-me a boca e cuspia lá dentro e muitas vezes esmagava-me a cara com os seus pés descalços e sujos. Eu protestava, mas ela dizia que se não a deixasse brincar como ela queria, nunca mais brincava comigo. Mais que tudo, eu queria brincar e habituei-me a ser dominado, a ser objecto dos desejos daquela miúda. Dizia que eu era o seu escravo, deitava-se em cima de mim, eu quase sufocava com o peso, batia-me, obrigava-me a andar longas distâncias, sem sapatos, em cima de seixos pontiagudos, a ficar meia hora de joelhos sobre os mesmos seixos e no fim, como prémio, obrigava-me a lamber-lhe as mãos e os pés. Um dia obrigou-me a lamber-lhe o sexo, que sabia a urina, que tinha um cheiro esquisito e eu lá ia fazendo tudo o que ela queria, com medo de perder a companheira de brincadeiras.
Havia lá em casa um enorme terreno com árvores de fruto, durante as tardes nós desaparecíamos para brincar, ninguém se incomodava, ela tomava conta de mim. E tomava bem conta. Quando, pela opinião dela, eu me portava mal, era castigado, Batia-me nas palmas das mãos e nas solas dos pés com vergastas feitas de pequenos ramos de árvore e, quando os meus pecados eram muito grandes, pendurava-me pelos pulsos, com um cabo velho e grosso, ao galho de uma árvore, punha-me a rodar e a balouçar. Só parava quando eu chorava desalmadamente. Aí soltava-me e lambia-me as lágrimas. Eu adorava.
Muito mais tarde, teria eu uns oito ou nove anos, um primo afastado meu, o Vítor, que devia ter uns dezasseis anos, numa noite de Verão, perguntou-me se eu já brincava com a minha coisinha. Eu disse que não, ele disse que me ensinava, mostrou-me a dele que estava tesa, era enorme e escura e pediu-me para pôr a minha mão e fazer-lhe festas. Eu lá fiz como ele disse, gostei da dureza, do calor e passado algum tempo, entre gemidos, o Vítor disse para lhe dar beijinhos na coisa. E eu dei, fiquei entusiasmado com aquela pele tão macia, mas especialmente com o cheiro que emanava daquele pedaço de carne dura. Ainda hoje tenho aquele cheiro no nariz. Disse-me para meter só a cabecinha na minha boca e eu, curioso, meti. Ele retirou a minha mão e com a dele começou a masturbar-se, pedindo-me que mantivesse a cabecinha na minha boca que queria vir-se e dar-me a provar uma coisa muito boa. De repente esticou o corpo gemeu e eu senti uns esguichos na boca. Vários esguichos, que me assustaram um nadinha, mas que, ao mesmo tempo, me deram prazer, pois o líquido era espesso, macio e saboroso. Saboreei muito bem e perguntei-lhe se tinha mais… Em resumo, tive nessa noite a minha primeira lição de sexo oral. Durante vários anos ajudei o meu primo Vítor a masturbar-se e ele, em regra, vinha-se na minha boca.
Por vezes ele pedia-me para deixar encostar a cabeça do seu membro ao buraquinho do meu rabo, então muito pequeno para ser penetrado por aquele sexo que me parecia enorme, e, afinal não devia ter mais de quinze centímetros. Quando se vinha fazia um bocadinho de força com o sexo no meu buraquinho, algum esperma chegava a entrar, mas nunca me magoou. Chegou a partilhar a minha boca com um primo dele, o Antonino, de quem eu gostava menos, pois tinha uma coisa mais pequena, mais fina e menos bem cheirosa. Um dia, em que estávamos os dois despidos, o Vítor, depois de se vir na minha boca, pediu-me para não engolir logo, meteu o dedo indicador da mão direita, molho-o bem naquele leite e depois levou-o ao meu buraquinho, começou a andar com o dedo à roda, a fazer força para enfiá-lo e acabou por me penetrar. Foi metendo e tirando até eu começar a gemer de prazer, sempre a me dizer para não engolir o que tinha na boca, retirou o dedo completamente, voltou à minha boca, molho-o novamente, agora em conjunto com o dedo médio e, quando estavam bem molhados, voltou ao meu buraquinho, fez pressão, andou à roda e enfiou os dois dedos. Doeu um bocadinho, mas depois de começar a meter e tirar, deu-me vontade de gemer, tal o prazer que sentia. Disse-me depois que ia treinar-me para enfiar a coisa dele no meu rabo, se eu lhe prometesse que o meu cuzinho era só dele. Na minha boca podia entrar o sexo de qualquer um. Agora o meu rabinho tinha de ser só para ele. E eu, que não queria outra coisa, prometi. E cumpri.
Ao fim de alguns dias a me alargar o buraquinho com os dedos, o Vítor achou que já podíamos experimentar. Nesse dia, em vez de meter o seu pau na minha boca, tinha consigo uma bisnaga de vaselina, untou bem o sexo dele, depois o meu buraquinho, meteu o dedo e descontraiu o músculo e, finalmente, sentou-me no colo com a cabeça do membro dele apontada ao meu buraco, dizendo-me para me deixar penetrar devagarinho, que ia gostar. Assim fiz e, de facto, não me doeu nada. Apenas uma sensação de ficar cheio por baixo, parecia que nunca mais acabava de entrar, e depois puro prazer. Ao fim de algum tempo começou a levantar-me e a baixar-me sobre o seu colo, fazendo com que a sua verga entrasse e saísse do meu traseiro. O ritmo foi aumentando, mudámos de posição, coloquei-me de joelhos com as mãos no chão, ele a penetrar-me por trás, a dar-me um prazer tal que eu pensava que ia morrer, até que começou a gemer e veio-se no meu rabo.
Fiquei adepto. Durante mais de dois anos, sempre que podia, ia a casa do Vítor, “aprender Inglês”, como dizia aos meus pais, e no quarto dele, uma espécie de anexo à casa dos pais, ele ia-me ao rabo. Só ele, como combinado. Aos outros eu oferecia a minha boca e as minhas mãos. O meu traseiro era só dele.
Foi ele que me ensinou a lavar-me por dentro com água morna para não o sujar com porcaria quando me ia ao rabo, a usar natas como lubrificante, em vez de vaselina, e a limpá-lo com a minha boca depois de se vir no meu traseiro. Usávamos natas, iogurte de frutas, eu sei lá! À laia de brincadeira comecei a aprender a servir os homens e a não ter relutância e fazer nada que tivesse a ver com sexo. A primeira vez que me vim foi com o Vítor a ir-me ao rabo. Não precisei de tocar na minha coisinha, o meu prazer foi apenas anal. O Vítor reparou e disse-me que eu devia pensar na minha boca e no meu rabo como os meus órgãos sexuais. Que a minha coisinha só servia para urinar.
E é verdade: quando penso em sexo, nunca penso no meu pénis. Em regra, quando penso em sexo, penso numa coisa grande e grossa a entrar no meu rabo. Nesses tempos o Vítor, quando se vinha no meu rabo e depois de eu lhe limpar o sexo com a minha boca, metia um dedo no meu buraquinho, retirava-o cheio do esperma que lá tinha depositado e dava-mo a lamber. E fazia-o tantas vezes quantas as necessárias para que o dedo saísse limpo. Como ele dizia, se o esperma era tão bom que até fazia meninos, então não se podia desperdiçar nada, tinha de se lamber tudo. E eu, que adorava aquele gosto, concordava com ele.
Durante mais de dois anos o Vítor não precisou de se masturbar na minha ausência. Eu era o seu parceiro de sexo e tudo o que ele ejaculava, eu engolia. Como morávamos perto um do outro, era fácil atender às suas “urgências”, mesmo a horas inconvenientes. Às vezes depois do jantar ele telefonava e dizia que precisava de mim, da minha boca e eu ia a correr, dizia aos meus pais que ia a casa do Vítor num instante e, se não pudesse ser de outra forma, punha-me de joelhos no jardim, masturbava-o e recebia o prémio na minha boca. Às vezes era eu que lhe telefonava, dizia que tinha uma dúvida nos trabalhos de casa, ele dizia para lá ir e eu ficava excitado, a salivar, só de pensar que daí a pouco estava com ele.
Mas quase todos os dias eu arranjava forma de estarmos juntos algum tempo, em regra meia hora ou um pouco mais, oferecia-lhe o meu rabo e a minha boca e ele oferecia-me a sua verga dura e o seu esperma. Era uma felicidade para os dois.
Ele dizia-me que eu era lindo, ainda bem que não era rapariga, ainda bem que gostava de rapazes, “fica sempre assim, nunca mudes, fazes a felicidade de qualquer um. És melhor que a melhor namorada do mundo. E, ao contrário delas, estás sempre pronto”.
Tudo quase acabou quando foi estudar para a faculdade mas, mesmo assim, quando vinha de férias, matávamos saudades…
Uns anos mais tarde, para aí com doze anos, criei o hábito de acampar. Era o mais novo de um grupo de rapazes, a maior parte de catorze ou quinze anos, que gostavam de ir para o campo com as tendas às costas. Eram, quase todos, conhecidos dos meus pais e eu era autorizado a ir com eles, desde que lhes obedecesse. E eu obedecia, reconhecia-lhes autoridade por serem um pouco mais velhos. As tendas proporcionavam uma enorme intimidade física quando dormíamos encostados uns aos outros. Ainda por cima, com aquela idade, as minhas hormonas andavam loucas e eu sabia, desde os nove anos, que gostava de tocar no sexo dos meus amigos mais chegados e senti-los crescer na minha mão e que gostava de os meter na boca. Gostava do sabor, da textura e de me aperceber que estava a dar prazer ao meu parceiro, até que se viessem na minha boca (quando eles já eram capazes de ejacular) e que eu gostava daquele “mel de sexo”, cujo sabor ao mesmo tempo doce e salgado me endoidecia.
Ao fim de alguns acampamentos as minhas habilidades foram sendo conhecidas por mais alguns, (em regra os irmãos mais velhos dos meus amigos), fui ficando famoso e comecei a ter oportunidade de lamber e chupar sexos maiores, de rapazes que na altura teriam dezasseis ou dezassete anos e cujos membros me pareciam enormes. Aliás, um deles tinha mesmo um órgão bastante grande, penso que teria perto de vinte centímetros e com ele aprendi que podia fazer “deep throat” isto é, dominando o reflexo laríngeo podia “engolir” completamente qualquer sexo até ficar com o nariz encostado ao púbis do meu parceiro. Talvez por via do tamanho do sexo dele, criei uma ligação especial. Era o meu preferido. Também porque era autoritário, forte, porque inspirava confiança. Acho que estive apaixonado por ele.
Depois, com a prática, descobri que gostava que usassem a minha boca a seu belo prazer em vez de ser eu a chupá-los. Podiam penetrar a minha boca como se fosse um buraco, cada um ao seu ritmo, até ejacularem. Mas claro que gosto, quando há tempo e o meu parceiro lhe apetece, de lamber um bocado de carne grande e grosso, explorar em especial a zona inferior da glande, tão macia, tentar meter a língua no buraquinho da ponta, saborear o líquido lubrificante que sai com a excitação, como se fosse um petisco (e é!) e quando sinto que está perto de se vir colocar a cabeça daquela piça sobre a minha língua, de modo a saborear na íntegra o sabor do esperma que não tardará a encher a minha boca. E “mastigá-lo” durante longo tempo, para sentir verdadeiramente o sabor.
E descobri também que o esperma dos mais velhos era mais saboroso e mais espesso que o dos mais novos. Com os anos tornei-me um especialista. Os gostos do esperma são diferentes de homem para homem, uns melhores outros piores, mas todos saborosos.
E os rapazes mais velhos achavam que eu era lindo com os meus doze anos. Era pequeno, magro, ou melhor falso magro, já que era redondinho onde devia ser, de olhos e cabelos claros, estes bastante compridos, que eu deixava cair sobre os ombros ou prendia em “rabo de cavalo” A minha pele era dourada, tinha umas pernas bem feitas, sem pelos, muito macias e que, de um lado, acabavam nuns pés bonitos e pequeninos e, lá no alto, se arredondavam num rabo que, sem ser grande, era arrebitado e balouçava quando eu andava. Especialmente quando eu andava descalço no verão e, de propósito, colocava um pé à frente do outro, para um andar mais bamboleante. Diziam que eu parecia uma “sueca”. Muitas vezes os mais chegados cumprimentava-me com um “olá sueca” e até me davam palmadinhas no rabo. E eu ficava vaidoso.
Em tempo de calor e praia andava sempre de calções e de camisola de algodão, muito justos ao corpo, e sem sapatos. Até as amigas da minha mãe achavam que eu era demasiado bonito para rapaz, que parecia uma menina, que pena não ser, que desperdício, tão bonito, etc. E, de facto, eu atraía a atenção de todos os rapazes com que convivia e mesmo dos outros, os desconhecidos, com quem me cruzava na rua. Quando havia obras, os operários, alguns com a idade do meu pai, fartavam-se de mandar piropos, que eu tinha um rabo lindo, que o queriam comer, que esperasse por eles à saída para chupá-los, eu sei lá!
E eu sorria para não desencorajá-los, mas não parava com medo.
Na verdade nunca me considerei um rapaz, nunca pensei como um macho, sempre gostei de me sentir uma rapariga, acho que a natureza criou uma fêmea com sexo de macho. A minha cabeça funciona como a de uma mulher, gosto de homens, de ser mandado, dirigido, acarinhado, protegido. Talvez porque não corro o risco de engravidar sempre gostei de sexo tanto ou mais que os rapazes da minha idade. Acho que mais. Muito mais.
Por isso delicio-me com os piropos na rua, dos homens das obras, fico vaidoso, orgulhoso por me desejarem e só nunca me entreguei a eles porque tenho medo. Mas gostava de experimentar ser a fêmea daquele grupo de gente rude, de chocá-los com as minhas “especialidades” e variantes ao tipo de relações sexuais que, certamente, estão mais habituados a ter. Gostava de experimentar entrar, nu, na zona dos duches, quando estão a tomar banho ao fim do dia, e ver o que acontecia. Talvez um dia tenha a coragem de experimentar! Estou certo que o “prémio” deve valer a pena!
Sempre tive mamilos muito sensíveis e cedo aprendi que beliscando-os e pendurando pequenos pesos de chumbo de um fio enrolado à volta deles, podia torná-los maiores, ao fim de algum tempo tão grandes que ficavam salientes nas camisolas que usava no verão. Estavam quase sempre duros e os outros rapazes reparavam neles e de vez em quando, a brincar ou talvez não, beliscavam-nos. E eu adorava. Ainda hoje, quando estou só, tenho sempre pesos pendurados dos meus mamilos. Para que não encolham.
Todos os mais velhos sabiam, em regra através dos irmãos mais novos, que eu estava sempre disponível, que gostava de chupar os sexos deles, de ser usado como objecto de prazer e que, mais que tudo, adorava o sabor do esperma. Também adorava que me pegassem ao colo, que me acariciassem as pernas, as nádegas, que me fizessem festinhas pelo corpo, me beliscassem os mamilos, que usassem um dedo para fazer cócegas no meu cuzinho. Que eu mantinha e mantenho, sempre imaculadamente limpo, lavadinho. Sou capaz de ficar feliz e de me vir, só por ficar aninhado ao colo de um macho que me acaricie, que me apalpe, me belisque e morda o peito e me penetre ligeiramente o ânus com os dedos.
Não me lembro de ter alguma vez recusado uma proposta de sexo com um rapaz conhecido. Claro que prefiro rapazes bonitos, com sexos grandes e cheios de força. Mas não sou capaz de dizer não, mesmo a um homem feio, desde que me deseje. Não resisto a nenhuma oportunidade de dar prazer seja a quem for, desde que seja macho e esteja disposto a usar o meu corpo. Se fosse possível eu não dormia, não comia, só me entregava.
Também sou um pouco masoquista e quando os sítios onde acampávamos ficavam mais distantes de pessoas desconhecidas, os meus companheiros de acampamento, por via de sugestões que lhes fazia, amarravam-me e “torturavam-me”. No princípio eram pequenas “torturas”, muitas cócegas, mas com o passar dos tempos, foram conhecendo melhor os meus gostos e capacidades e as torturas passaram a ser mais sérias. Amarravam-me a uma árvore, nu, penduravam pesos dos meus testículos e mamilos e deixavam-me assim, por algumas horas enquanto iam à praia ou ao supermercado. Era o castigo por ter sido sexualmente incompetente, por uma razão ou por outra, muitas vezes porque um deles tinha ejaculado precocemente e a culpa era minha, ou porque tinha deixado escapar uma ou duas gotas de esperma da minha boca, no meio da excitação de fazer sexo com eles.
Ficava de boné na cabeça a bronzear ao sol. Cheguei a ter, ao mesmo tempo, mais de um quilo pendurado dos meus testículos, por via de um cinto de cabedal, e duas garrafas de Coca-Cola vazias, penduradas por cordéis com cerca de 2 mm de diâmetro, uma em cada mamilo. Ao fim de dez ou vinte minutos começava mesmo a doer e cheguei a estar abandonado à minha sorte mais de duas horas…De castigo. Sempre cheio de medo de ser encontrado por alguém que ali passasse.
Quando chegavam, faziam de conta que me tinham encontrado e “negociavam” comigo a minha “libertação”. A maior parte das vezes bastava chupá-los, ainda amarrado à árvore, mas agora de joelhos. De vez em quando, só chupá-los não era suficiente e tinha de ser “chicoteado”. Amarravam-me a abraçar a árvore e chicoteavam-me o rabo, para que não se vissem as marcas na praia. Com um cinto de cabedal, ou com vergastas feitas de ramos de árvore e que doíam imenso. Normalmente, com o cinto, eram quarenta ou cinquenta vergastadas e com o ramo de árvore nunca passavam das vinte. E eu gostava de sentir dor. De ser “escravo” deles. De sentir os vergões nas minhas nádegas.
Lembro-me também de uma noite em que resolveram variar a punição e como um deles tinha ouvido falar de “duches dourados”, obrigaram-me a dormir amarrado de pés e mãos e, para que pudesse ficar dentro da tenda e não cá fora ao frio, a minha boca teria de servir de urinol nocturno para os meus amigos. Quando precisavam de urinar eu ajoelhava-me à porta da tenda e o “necessitado” punha o pénis na minha boca e eu bebia tudo o que de lá saísse. Sem deixar cair uma gota fora! Protestei, mas não valeu a pena.
E eu, que tinha prazer em ser humilhado, aprendi a gostar do sabor da urina, embora já tivesse notado que preferia o sabor de sexos pouco lavados. Confesso que gostava mais daquele sabor forte do que quando mos metiam na boca depois de lavados. Durante essa noite, de vez em quando tinha de me arrastar até fora da tenda para poder esvaziar a minha bexiga. Voltava para dentro, algum deles acordava e tudo recomeçava. Depois dessa noite, essa obrigação de beber urina foi normalmente usada como castigo das minhas faltas, embora com algumas variantes e sempre durante o dia e à vista de todos, que gostavam de me ver a ser vir de urinol.
Todos prometeram não dizer a ninguém, a minha boca seria apenas para a urina deles. Para mais ninguém.
E, durante algum tempo, assim foi efectivamente.
Até que um dia, não muito tempo depois de começarem a usar a minha boca para este fim, um dos meus amigos mais velhos, o António Pedro me foi ao rabo, numa ocasião em que passei por casa dele. Tinha uma coisa bastante grande e confesso que, da primeira vez, doeu. Mas não doeu muito e com o tempo descobri um sexo grande, (o do António Pedro era muito, mas mesmo muito mais grosso que o do Vítor) quando se está bem lubrificado, não dói nada, só dá prazer. Foi o primeiro a me ir ao cu depois do meu primo a quem dei a exclusividade por dois ou três anos. A novidade espalhou-se, muitos ficaram a saber das minhas diferentes especialidades e eu passei a ter que atender muitos amigos. Um de cada vez ou em grupos. Muitas vezes a principal lubrificação era o esperma do tipo que me tinha penetrado logo antes.
Lembro-me que arranjámos uma espécie de “clube” na propriedade bastante grande dos pais de um dos mais velhos, numa casa abandonada que lá havia, longe da casa principal onde, depois das aulas, nos reuníamos para rápidos encontros de sexo e, aos fins de semana, fazíamos “festas”. Nessas festas eu era a atracção, o motivo de interesse. Os meus amigos estavam na idade de querer sexo a toda a hora e eu, ao contrário das miúdas, estava sempre disponível, nunca estava com o período e era, como eles diziam, muito mais competente. Era o único miúdo que se juntava aos jogos do mais velhos…Logo que entrava despia-me completamente, tirava os sapatos e começavam as brincadeiras. Para disfarçar nunca ia com eles, ia com um grupo da minha idade. Mais tarde estes saíam, já sem mim, mas ninguém reparava.
Não éramos incomodados, pelo contrário ficava toda a gente satisfeita porque, aparentemente, andávamos pela propriedade a “fazer uma vida saudável”. Todos nos divertíamos e eu ainda me divertia mais. Aos donos da casa grande era dito que iam jogar à sueca. Pois era. Só que a “sueca” era eu. E eles não iam jogar à sueca. Iam comer a “sueca”.
Claro que com o passar dos meses as coisas foram evoluindo e os nossos jogos também. Para “apimentar” um pouco as coisas, ao fim de algum tempo, fazíamos teatro. Os mais velhos queriam que eu fizesse de conta que era “forçado” e que a minha boca e o meu rabo eram usados contra a minha vontade. Para dar mais realismo por vezes eu era amarrado e depois “abusavam de mim”. Era diferente e mais excitante. Descobri que gostava de ser amarrado, que gostava de não poder fazer nada para alterar o curso dos acontecimentos. Muitas vezes era amarrado a uma mesa velha, com uma espécie de cobertor por baixo da minha barriga para não me aleijar, com a metade superior do corpo sobre a mesa, os pés no chão, os tornozelos presos aos pés da mesa e os braços atrás das costas, com o meu rabo nu à disposição de todos. Que faziam fila para me penetrar (ou violar; como eles diziam). Quando um se vinha, logo outro tomava o seu lugar e eu lá ficava até que todos estivessem satisfeitos. Nunca eram menos de meia dúzia e nunca nenhum deles se satisfazia antes de se vir, em regra, duas vezes em cada sessão. Eu estava, como se calcula, sempre muito ocupado. E feliz. O meu buraquinho, com o uso foi alargando, tornando-se muito mais fácil de ser penetrado, mesmo quando não havia nada para lubrificar senão a saliva que eu deixava naqueles pénis lindos que adorava lamber. A minha vida sexual sempre foi feita a dar prazer aos outros e não me lembro de ser diferente. Por isso o meu pénis é pequeno, quase de criança. Também não preciso dele para nada.
Uma vez, um dos mais velhos, no meio daquela confusão e enquanto eu estava entusiasmado, completamente noutro mundo, excitadíssimo a chupar o sexo de um outro amigo, deu-me duas ou três palmadas no rabo: “estava mesmo a pedir esse rabinho redondo e lindo”, e eu…vi-me.
Descobriram, os meus amigos mais velhos, que eu me excitava com a dor. Até aquele momento só os da minha idade, que sabiam do prazer que eu sentia quando me humilhavam, me chicoteavam. Agora era diferente, também os mais velhos ficaram a saber. E pronto, inventámos mais uma variante e umas palmadas passaram a fazer parte do nosso sexo. E eu gostava. Nunca ninguém me magoou seriamente, eles gostavam de mim mas, de vez em quando, ficava com o traseiro a arder. Combinámos que quando me doesse muito eu lhes pediria para parar, mas quase nunca o fazia pois tinha consciência do prazer que eles sentiam em me bater e eu queria dar-lhes esse prazer. E era muito diferente das brincadeiras dos meus companheiros de acampamentos. Os mais velhos tinham muito mais força, tinham sexos maiores e estavam sempre prontos para usarem a minha boca e especialmente o meu rabo, para satisfazerem as suas necessidades sexuais. Cada um deles era capaz de ejacular três ou quatro vezes durante uma tarde. E eu nunca dizia que não.
Lembro-me que, uma vez, um dos meus amigos mais velhos me convidou para ir para uma casa de campo que a família dele tinha perto de uma aldeia não longe da praia. E eu fui. Teria talvez catorze anos, ainda não tinha barba nem pêlos nas pernas e já estava viciado em fazer de “namorada” desse grupo de rapazes. Eles teriam em média dezoito ou dezanove anos, alguns já tinham carro e levaram-me para a casa de campo para passar duas semanas. Foi tudo muito bem combinado com eles, disse aos meus pais que ia acampar com os da minha idade e, como era hábito fazê-lo, ninguém estranhou.
Foram quinze dias formidáveis. Éramos treze, eu e doze mais velhos. O António Pedro, o Carlos, o J orge, o J oão, o J osé, o Alfredo, o Eduardo, o Rui, o J oão J osé, o Manuel, o Sérgio e o Alberto. Nunca chupei tanto sexo, saboreei tanto esperma e o meu rabo foi tão usado. Aliás o António Pedro, o tal que tinha um membro grosso e com vinte centímetros de comprimento, e a quem eu obedecia cegamente, disse-me, duas ou três semanas antes de ir com eles, que o meu buraquinho era apesar já larguinho, demasiado estreito para ser usado durante duas semanas por ele e por aqueles amigos todos, que eram muitos, e ele tinha a certeza que cada um ia necessitar dos meus serviços várias vezes por dia. Por isso, e para meu bem, achava que eu tinha de “treinar” e alargar ainda mais o meu cuzinho. Por isso deu-me um “butt plug” em plástico negro, de tamanho grande, que teria quase seis centímetros de diâmetro na parte mais larga, e que eu deveria usar em permanência até ir com eles para a casa de campo.
Só deveria retirá-lo para fazer as minhas necessidades e para a minha higiene diária. Assim, alargaria o meu rabo, torná-lo-ia muito mais flexível e capaz de ser usado dezenas de vezes por dia por coisas grossas e, cada vez que sentisse que tinha qualquer coisa grossa a me penetrar, lembrar-me-ia dele, António Pedro.
Quando cheguei a casa lubrifiquei muito bem o “butt plug” e o meu rabo, e tratei de o introduzir. Não foi fácil. Era grosso, doeu um pouco, mas eu fui insistindo e ao fim de algum tempo, entrou e lá ficou. Habituei-me a ele, apesar de nos primeiros dias, ter sido incomodativo. Mesmo de noite dormia com o meu buraquinho tapado e de manhã retirava-o apenas o tempo suficiente para esvaziar a tripa e me limpar por fora e por dentro (desde cedo que aprendi a fazer pequenos clisteres para que o meu “sexo” ficasse limpo). Ao fim de uma semana sentia-me vazio quando o retirava e só me ficava confortável quando voltava a introduzi-lo.
A verdade é que ao fim de poucos dias o meu buraco estava muito mais elástico e o António Pedro, com quem tinha uma relação especial e me encontrava quase todos os dias, podia, quase sem esforço, introduzir o seu enorme sexo no meu traseiro. E eu nunca mais fiquei com o rabo a arder depois de duas ou três boas sessões de sexo anal. Ele penetrava-me muitas vezes a seco ou apenas com saliva, porque já não havia lubrificante, ou porque lhe apetecia que fosse assim.
Durante essas duas semanas na casa de campo, foi o fim. Andávamos quase todos nus, a mim era mesmo proibido vestir roupa e a eles dava jeito porque estava calor, só nos vestíamos para sair da propriedade e ir à vila ou à praia. Mesmo nestes casos eu só tinha direito aos calções de banho e a uma camisola minúscula que me deixava o umbigo de fora e me dava um ar muito efeminado. Ainda hoje penso que a maior parte dos habitantes da aldeia pensava que eu era uma rapariga de cabelos louros compridos e peito quase liso. Sapatos nunca me deixaram calçar. Eles diziam que eu ficava mais sexy de pés nus. E que os meus pés eram tão bonitos que deviam ser vistos por toda a gente. Só que quando fazíamos o percurso a pé ainda eram uns quilómetros e incomodava-me ficar com os pés sujos. Que bastava lavar, como me diziam.
Ficou estipulado que as manhãs eram de praia, as tardes de sexo e as noites de conversa, de televisão e de jogos. Mas não era bem assim, porque havia sexo a toda a hora, desde que alguém lhe apetecesse. Naquela idade todos, ou quase todos, estavam sempre prontos para a malandrice e a minha presença e disponibilidade criava um ambiente que lembrava constantemente sexo e os excitava a toda a hora. Por isso o que tinha ficado estipulado raramente era cumprido. Até para ver televisão havia sempre um deles que me mandava sentar no colo e que, ao fim de algum tempo, queria que eu, sempre nu e descalço, mas já lavado e com o corpo macio de creme, lubrificasse o meu rabo e me deixasse penetrar pelo seu sexo. E lá ficava bem sentado, por vezes aninhado e confortável, às vezes a ser acariciado, até que outro, ”ciumento” do amigo, solicitasse os meus favores. Ficou hábito e durante duas semanas não me lembro de ver televisão entre as nove da noite e as duas ou três da manhã, sem ter o meu rabo ocupado.
Quando finalmente íamos dormir, tiravam à sorte para ver na cama de quem eu ia passar a noite. A casa tinha várias camas de casal, além de beliches, e alguns dos meus amigos dormiam aos pares, embora de pijama. Quando calhava eu ter de dormir numa cama de casal dormia no meio e era obrigatório que os três dormíssemos nus. Depois de duas ou três horas de sexo, lá vinha o sono e eu adormecia normalmente com o sexo de um deles na boca, limpando-o depois de ter feito amor comigo. Uma vez, no entanto, estava por cima do António Pedro, cara a cara, com o seu enorme membro completamente introduzido no meu rabo, quando notei que o meu outro companheiro, o J oão J osé, excitado pelos acontecimentos, começou a pôr-se de joelhos por trás de mim, a apalpar-me as nádegas e a fazer pressão com o seu sexo no buraco do meu rabo, mesmo por cima do sexo que já lá estava. Não sei o que me passou pela cabeça, deitei a mão à mesa-de-cabeceira, dei-lhe a embalagem de lubrificante e disse: “hoje é o dia de todas as loucuras. Quero experimentar duas piças grandes e gordas no meu rabo ao mesmo tempo. Mesmo que eu proteste não parem. Façam-no devagarinho, não estraguem o meu rabo para o poderem usar sem parar, nos próximos dias, mas quero ser penetrado pelos dois ao mesmo tempo. Mesmo que doa, que eu grite, não parem”. Só é proibido fazer sangue.
E assim foi. Devagar, o meu buraco foi alargando de modo a aceitar os dois ao mesmo tempo. Eu gritei tanto, mais de excitação que de dor, que todos os amigos que estavam nos outros quartos acordaram e vieram ver o que se passava. Acenderam as luzes, deram palmas, filmaram. Foi uma festa. Eu pensava que estava no céu, Depois da dor inicial da dupla penetração, de pensar que não era capaz, que ia morrer, a sensação de ter dois amigos a penetrarem o meu rabo ao mesmo tempo, é indescritível! E acho que para os meus dois companheiros também! Pelo menos os gritos de prazer deles enchiam o quarto e os espectadores aplaudiam, eu sei lá! Bem, a verdade é que nessa noite ninguém dormiu, todos quiseram experimentar a sensação de serem dois, ao mesmo tempo, a “comer um cuzinho”.
E o “cuzinho” era o meu. Até de manhã não parei de ser duplamente penetrado e de ter de limpar, com a minha boca e língua todos aqueles membros que me foram penetrando durante toda a noite. Pela manhã, muito divertidos, trouxeram-me um espelho para eu poder ver os “estragos”. Quando vi o meu buraco pensei que nunca mais ia fechar. Parecia maior que sei lá o quê. Todos se riram e o António Pedro disse que era indispensável colocar o “butt plug, para que eu não me sentisse tão desocupado, tão vazio. “ Pode fazer-te mal. Vai entrar ar frio por esse túnel, ainda te constipas”. E que para isso tinha consigo um “um bocadinho mais grosso que o outro”. E assim foi. Este “tampão”, em tudo semelhante ao outro, na parte mais larga, tinha quase oito centímetros de diâmetro e entrou sem qualquer dificuldade, por via da dilatação do meu buraco e lubrificado por toda aquela quantidade de esperma que lá estava. “Assim vais ficar com o teu cuzinho cheio com tudo o que depositámos aí nas últimas horas. Alguma coisa vai ser absorvida e vai chegar ao teu sangue, depois ao teu cérebro e nunca te vais esquecer da tua primeira verdadeira noite de sexo”. E a verdade é que nunca esqueci.
O que me preocupava de facto era o buracão enorme em que o meu rabo se tinha transformado, depois daquele uso todo. Depois de várias horas de duplo uso tinha medo que não fechasse, que não voltasse ao normal. Mas não. Quando acordei, duas horas depois, tirei o “tampão”, fiz o que precisava (além de uma quantidade enorme de esperma, mais de um quarto de litro, que tinha dentro de mim), lavei-me e ao fim de pouco tempo, o meu buraquinho estava perfeito fechadinho, como novo. Apenas um nadinha inchado. Satisfeito, voltei a introduzir o tampão e a partir desse dia passei a usar aquele “plug”, sempre que não tenho o rabo ocupado com outra função. De dia e de noite. Até hoje. Como eu digo, estou sempre dilatado, sempre pronto.
As tardes, pelo menos parte delas, eram ocupadas a jogar as cartas por uns e a fazer sexo por outros, e desses jogos tenho a melhores recordações, principalmente por causa da malandrice do J oão J osé, que numa dos primeiros dias, quando os outros tinham ido à praia e eu fiquei só com ele, me pediu, a sorrir, que lhe segurasse a coisa enquanto urinava. Achei piada, segurei-lhe a coisa e quando acabou e depois de o sacudir, fiquei com uns pingos de urina nos dedos. Irreflectidamente levei a mão à boca e lambi. Perguntou-me se tinha gostado eu disse que não sabia mal e ele perguntou se eu gostava de experimentar o verdadeiro gosto. Encolhi os ombros e disse que não me importava. O meu companheiro bebeu então dois grandes copos de água e disse-me que daí a pouco iríamos experimentar. E assim foi. Algum tempo depois, fui com ele à casa de banho, ajoelhei-me com a pila dele murcha na minha boca, e servi de urinol. Eu gostava muito do J oão J osé, do seu corpo, da sua pele, do seu sexo bastante escuro e grosso e da sua permanente malandrice. Não tive nojo, já não era a primeira vez, foi um bocadinho difícil no princípio reaprender a engolir aquele jacto contínuo, mas foi bom. E ele adorou.
Prometeu-me segredo, ficava só entre nós, desde que eu prometesse ser o seu “urinol portátil”, disponível sempre que quisesse. E eu, olhando para ele com um sorriso muito malandro e passando a língua pelos meus lábios com um ar guloso, concordei. Mas ele não cumpriu. Dois ou três dias depois, quando saímos da casa de banho, para onde nos tínhamos esgueirado os dois sem que os outros reparassem (ele nunca mais tinha urinado directamente na sanita, agora usava sempre a minha boca. Não era preciso dizer nada, bastava um gesto com a cabeça e lá ia eu para a casa de banho), informou toda a gente desta minha nova habilidade. Ninguém o acreditou e foi preciso o J oão J osé dizer para cheirarem a minha boca, que tinha acabado de o beber. Incrédulos cheiraram o meu hálito e então acreditaram. A partir desse dia passei a ser o urinol portátil de alguns deles, quando lhes apetecia, sempre que tomavam um copo a mais e, especialmente, quando jogavam às cartas e bebiam cerveja. Quando tinham necessidade chamavam-me, já que de tarde eu estava sempre por perto servindo com a minha boca, as minhas mãos ou o meu rabo, alguns dos que não estavam a jogar cartas, eu ajoelhava-me por baixo da mesa para que a minha boca pudesse receber as dádivas líquidas dos que queriam urinar e, graças a mim, não interrompiam o jogo para ir à casa de banho.
E assim foi durante o resto das férias, quase duas semanas.
Desde essa altura que O António Pedro e o J oão J osé não abdicam da minha disponibilidade e, quando estão comigo, individualmente ou em grupo, não usam a sanita. Aliás o J oão J osé, quando que me encontra seja onde for, na rua, no cinema, num restaurante, posso estar com a família ou com outros amigos, diz apenas: “ J osé tens cinco minutos? Desculpem preciso de falar com ele em privado”. E lá vou eu, a um local privado ajoelhar-me e abrir a boca. Não me importo, pelo contrário, gosto de ser útil.
Tudo isto parece muito simples mas quando, aos fins-de-semana, se juntam, em casa de um qualquer, a beber cerveja, tenho de engolir quantidades enormes de líquido e passo a vida a correr para a casa de banho. Lembro-me de uma vez, numa festa em que também havia raparigas, e em que, por isso, havia alternativa aos meus favores sexuais, fui convidado exclusivamente para passar a noite numa das casas de banho, para esse efeito reservada aos homens. Na porta um cartaz escrito à mão dizia: “Limpeza “. Quando acabavam de ejacular, entravam na casa de banho e colocavam os sexos na minha boca para que eu os lambesse até ficarem limpos.,. Eram muitos, não sei quantos, mas a verdade é que havia fila à porta. Claro que o J oão J osé e o António Pedro, além desse serviço, esvaziavam a bexiga na minha boca. Ninguém fez sexo comigo. Apenas fui bebedor de urina e limpador de piças moles.
Aliás minha boca recebe tudo o que lá quiserem deitar. Não tenho nojo de nada. Basta que um homem queira utilizá-la para qualquer fim. Tanto serve para receber os sexos dos machos que querem usá-la como reservatório de esperma e urina, como buraco para penetrarem, ou quando querem, para excitá-los com a minha língua, chupá-los, lamber-lhes qualquer parte do corpo ou lavar-lhes o sexo depois de se virem no meu traseiro ou noutro buraco qualquer. Também tenho sido mandado lamber sexos e traseiros de mulheres com quem os meus amigos acabaram de fazer amor. Alguns mais limpos, outros menos…Claro que obedeço, mas não aprecio. Gosto do sabor, naturalmente, mas, porque são sexos e traseiros de mulheres, não me excitam. Muitas vezes também me mandam abrir a boca só para receber o excesso de saliva que têm na deles, para não cuspirem para o chão. Quando estamos em praias isoladas, então todos, quando saem do mar, usam a minha boca para deitarem uma mistura de água salgada com saliva, em vez de cuspirem. Ou melhor, cospem na minha boca. E eu não me importo, até gosto. Mas apesar disso confesso que não sou grande apreciador de beijos na boca. Claro que os aceito porque, como disse, o meu prazer é dar prazer aos outros. Mas nem sou grande beijador. No meu íntimo acho que a minha boca não é para ser beijada. Apenas para ser usada.

Mais tarde e durante muitos anos, fiquei ligado ao António Pedro. Ele morava só, perto de mim, e quase todos os dias ia a casa dele oferecer-lhe a minha boca e saborear aquele sexo enorme e grosso que adorava. Por vezes ele preferia ir-me ao rabo e, ao fim de algum tempo, apenas usava saliva como lubrificante que, juntamente com o que lhe saía do sexo, era suficiente. Assim, quando ejaculava, retirava aquele enorme sexo do meu traseiro e eu, lambendo-o limpava-o com todo o empenho, sem ter de saborear o gosto desagradável do lubrificante. O sabor era apenas do meu rabo e do seu esperma.
Aos fins-de-semana, quando arranjava uma boa desculpa para os meus pais, ficava em casa dele e aí era um festival. De vez em quando alguns dos seus (e meus) amigos apareciam por lá e eram verdadeiras orgias.
Eu chegava mais cedo, pintava as unhas dos pés e das mãos, vestia-me de mulher, com saltos altíssimos e cinto de ligas muito apertado que fazia realçar a forma do meu rabo nu, pendurava pequenas, mas pesadas, campainhas dos meus mamilos e, quando os rapazes começavam a chegar, eu ia desfilando, chamando a atenção com o som das campainhas, passando de colo em colo, por vezes com um a usar o meu rabo e outro a usar a minha boca. Foram noites e tempos formidáveis.
Com o passar dos tempos o grupo foi-se alargando em número e em diversidade de rapazes. Lembro-me de um africano, lindo de morrer, muito negro, com um sexo enorme, que me adorava. Era muito terno, tinha um membro com mais de vinte e cinco centímetros de comprimento e vinte de perímetro. Não estou a exagerar porque achei tão grande que tirei as medidas com uma fita métrica. Quando fazia amor comigo levava imenso tempo, era capaz de estar horas dentro de mim eu de costas na cama e ele por cima, mordendo-me as orelhas e os mamilos ou torcendo-os até eu gritar de prazer, Quando se vinha nunca se retirava, ficava sempre dentro de mim até que o calor do meu corpo o excitava e fazia o seu membro ficar teso de novo, para que tudo recomeçasse mais uma vez. Ninguém pode imaginar o prazer que se tem quando se fica horas empalado por um sexo daquele tamanho! Ainda hoje penso se não teria feito bem em ter ido para Africa com ele. Era bonito, bom e insaciável sexualmente. E depois tinha aquele sexo enorme. Depois das festas, às vezes ficava lá em casa do António Pedro e dormíamos juntos.
Mas a maior parte das vezes eu, quando ficava lá em casa, dormia com o António Pedro que adorava e que, à sua maneira, gostava de mim. Tinha era aquela veia de sádico e estava sempre a inventar coisas para se excitar e me fazer doer. Lembro-me de ter comprado um enorme dildo de plástico, de tamanho mesmo descomunal, com trinta centímetros de comprimento, grosso como o meu punho fechado e de me obrigar, depois de noites de festa em que o meu rabo tinha sido penetrado por muita gente durante horas, a dormir com aquela enormidade enfiada no meu traseiro e lá mantida por uma espécie de cuecas muito justas de cabedal. Aí confesso que me doía e que me custava muito a adormecer. Ainda por cima ele também tinha criado o hábito de não ir á casa de banho urinar durante a noite, ia eu por ele e, depois de muitas cervejas, acordava-me muitas vezes e, de cada vez, eu levava algum tempo a adormecer. Pouco dormia nessas noites e de manhã tinha sempre sono e dores no rabo. Que não eram desculpa para não ser usado, nem para não colocar o “butt plug”. Confesso que ao tamanho deste dildo nunca me habituei, nem nunca tive prazer com a sua penetração. Foi sempre doloroso.
De vez em quando dizia-me que era a minha noite de sorte e então eu deitava-me de barriga para baixo, ele penetrava-me, deitava-se sobre mim e ficava imóvel até eu adormecer, feliz por sentir o seu sexo dentro de mim e por me sentir espremido contra a cama pelo seu corpo. Chegámos a dormir toda uma noite assim e acordar na mesma posição, com o seu sexo murcho ainda dentro do meu rabo. Normalmente era eu o primeiro a acordar mas ficava imóvel á espera que ele acordasse. Imóvel e feliz.

É por isso que eu adoro homens, gosto do sabor do esperma (acho que não há nada melhor no mundo para saborear), de levar no rabo e de ser dominado ao ponto do meu parceiro me “obrigar” a fazer tudo o que ele quiser. E gosto que me belisquem e torçam os mamilos sem que eu possa me defender, só para prazer deles.
Muito raramente me masturbo. Basta ter o meu rabo cheio com o sexo de um parceiro a fazer amor comigo para que eu me venha. Diria que os meus “orgasmos” são “femininos”. Não gosto que me forcem a ejaculação manipulando o meu sexo. Gosto de pensar que existo apenas para dar prazer aos homens. Aí tenho realmente prazer e venho-me.
Talvez por via do comportamento e dos litros de esperma que tenho engolido ao longo da vida, o meu corpo continua muito “apetecível”, como dizem os meus amigos, que são muitos, com quem tenho partilhado os meus “favores”. Agora, com quase trinta anos, continuo a ser pequeno, quase sem barba na cara, as minhas pernas continuam macias e bem feitas e o meu rabo redondo e muito sexy. Visto-me muitas vezes com roupas femininas, o meu andar continua a ser provocante, porque coloco sempre um pé à frente do outro e porque tenho o meu “buraquinho” sempre ocupado com um “plug” suficientemente grande para eu me sentir cheio. E isso reflecte-se no andar. Tenho sempre muito cuidado com o meu aspecto, uso cremes para a pele, faço depilação todas as semanas, tenho a mãos e os pés arranjados, as unhas sempre pintadas, o cabelo impecável.
No Verão só uso calções pequeninos e justos e camisolas de algodão fininhas que realçam o tamanho dos meus mamilos. Que são enormes, sempre tesos e que os meus mais íntimos não se cansam de beliscar e morder. E que eu mantenho, sempre que posso, esticados à custa de pesos de 150 gramas pendurados dos tais cabos fininhos, embora esteja a pensar em furá-los para usar uns anéis grossos que me permitam aumentar, talvez até ao meio quilo, o peso que normalmente penduro em cada um. Mesmo não tendo mamas como as mulheres, quero ter mamilos grandes, enormes, que aos outros apeteça chupar e morder (adoro dentadas!).
Ou, como prefere o António Pedro, que eu penso ter uma veia de sádico, pendurar esses pesos muito maiores não dos anéis que irei colocar, mas de “clover clamps”. Que fazem doer! Sempre que está comigo ele gosta de me causar algum desconforto, diz que o excita e que me torna mais apetecível. E eu concordo. Procuro estar com ele quase todos os dias, em regra vou a casa dele antes do jantar, trato-lhe da roupa, limpo a casa de banho e preparo a refeição. Depois arranjo-me, ponho-me bonito, sempre despido e descalço e espero. Quando chega belisca-me, dá-me palmadas no rabo, dá-me de beber todo o líquido dourado que para mim guardou durante a tarde, quando lhe apetece chupo-o, por vezes massajo-lhe os pés e depois vamos jantar. Lavo a louça e junto-me a ele, no sofá, a ver televisão. Aí depende do seu estado de espírito mas, em regra, ou lhe lambo o sexo, aninhado entre as suas pernas, ou me sento no seu colo, penetrado por aquele membro de que eu tanto gosto. Aliás, só gosto de ver televisão, ou ouvir música, sentado ao colo de um macho com o respectivo sexo completamente enfiado no meu rabo. O colo de um homem é a melhor cadeira do mundo. E quando estão vários, a ver futebol, por exemplo, há sempre um colo disponível para eu me sentar e ao longo do jogo, vou mudando de um para outro. Quando um se cansa, levanto-me e encaixo-me noutro.
Aos fins-de-semana é diferente, o António Pedro reúne os amigos em casa ou vai a casa de algum deles e eu, além de os servir, sou sempre a namorada de todos. Vou vestido para os excitar com meias e cinto de ligas, calço sapatos com saltos de dez centímetros, levo os olhos pintados, o cabelo arranjado. E os dividendos não se fazem esperar. Adoro que me desejem! E que me usem.
Sou sempre o motivo de interesse dessas reuniões. Sou penetrado dezenas de vezes, chupo-os a todos mais que uma vez e, mesmo quando já não posso mais, quando a minha boca já não consegue dar-lhes prazer, deixo-a aberta para que alguns se masturbem e ejaculem na minha boca, enquanto outros usam o meu rabo. Nunca me é permitido, durante essas reuniões de amigos, ter o meu rabo desocupado: ou está cheio com um sexo ou com o “butt plug”. Todo o esperma fica dentro de mim até à manhã seguinte. Para me fazer bem à pele, dizem os meus amigos…Por vezes, já exausto, deito-me na cama de costas, de rabo no ar, joelhos encostados ao peito e pernas e boca abertas e os meus amigos vão usando o meu traseiro e a minha boca a seu bel-prazer. J á aconteceu que algum, bem bebido, não se consegue vir e adormece com o sexo dentro de mim, esmagando-me com o seu peso. E eu fico à espera que volte a acordar, sem me mexer, naquele desconforto imóvel, mas ao mesmo tempo feliz por saber que mais tarde ou mais cedo ele vai acordar e me possuir. Adoro homens.
Pois se eu gosto tanto de sexo, de coisas grandes e grossas, de ser penetrado, do sabor do esperma e homens gostam tanto de mim, da minha boca e do meu rabo, que mal faz? Se eu me divirto a servi-los, se o sexo é a melhor coisa do mundo, porquê impor limites?

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