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Com dois no jogo da bolacha

Com dois no jogo da bolacha
Vou contar uma história que se passou com aquele meu amigo com quem eu havia perdido a virgindade, história que está no relato anterior. Depois dessa primeira vez, continuamos a foder várias vezes, um pouco por todo o lado, basicamente ele fez de mim a sua puta. (talvez seja tema para outro relato futuro).
Certo dia eu vou a casa dele (ele era filho único e tinha a casa quase sempre vazia) e estava lá um primo dele, mais velho uns 3 anos que nós. Bom, pensei eu, hoje não há foda pra ninguém, hoje só jogamos consola.
Ora no meio de partidas de FIFA e de Mortal Kombat, surge a conversa do jogo da bolacha. Para quem não sabe, trata-se de um “jogo” que supostamente existe em que os participantes se vêm para cima de uma bolacha e aquele que se vier menos tem de a comer. Pelo menos foi assim que me foi apresentado, vá, antes disso nunca ouvira falar de tal actividade e, francamente, não sei bem como na prática isso poderia funcionar.
De qualquer modo, a conversa divergiu para aí e o primo a dizer que era uma cena que podíamos fazer e tal, só para experimentar.
Bom, aquela era a idade das experiências e eu pensei “que se lixe, ‘bora lá experimentar isto”. Aliás, o móbil do jogo era um pouco o facto de aquele que se recusasse jogar estar a admitir que a sua ejaculação era parca, ou seja, admitir um sinal de pouca virilidade. A ideia é juvenil, claro, mas isso é que éramos.
Cada um deu um pouco de dinheiro e eu fiquei de ir comprar um bolo para fazer de, à falta de melhor expressão, de “Tabuleiro de Jogo”.
Acabei por comprar uma bola de Berlim, porque a pastelaria do bairro não tinha muito mais a essa hora. O primo do meu amigo refilou, pois que a bola de Berlim não seria adequada ao jogo, mas enfim, já estava comprada, era utilizar.
Passámos ao jogo, o que implicou despirmo-nos e cada um sacar a sua pila para fora e masturbar-se. O meu amigo pôs a dar Sexy Hot ou outro canal do género para a gente executar bem a punheta cada um, já que estarmos ali os três a bater a olhar uns para os outros seria esquisito e convinha a manter as aparências, pois em principio o primo ãao sabia que eu e o meu amigo fodíamos.
O primo dele foi o primeiro a vir-se. Era mais velho, com mais maturidade sexual e conseguiu chegar ao orgasmo mais rápido. Ele escolheu vir-se dentro da da bola de Berlim, ou seja misturar a sua meita com o creme. Depois veio-se o meu amigo e ele também fez um pouco o mesmo, vindo-se no creme. Eu fui o último e vim-me na parte de fora da bola, por cima do açúcar.
O verdadeiro “jogo” começava agora: como saber quem se tinha vindo mais? Não o percebi na altura e hoje também ainda não. Não há um método científico de medição, era a olhómetro, pois de facto era objectivamente impossível saber quem se tinha vindo mais ou menos. O jogo foi portanto um compacto de voto que eles os dois fizeram para decretar que eu é que tinha vindo menos e eu não pude protestar muito, 2-1 né.
Ora bem, perdi o suposto jogo e tive de ser eu a comer a bola….
A coisa que mais me recordo era quão quente estava a bola de Berlim tal era a quantidade de meita que tinha dentro. A tarefa de a comer era nojenta e já estava enjoado antes de começar. A primeira trinca foi numa área menos esporrada da bola e mesmo assim confesso que quase me vomitei.
Conforme ia comendo, começo a perceber que os estou a excitar, como era evidente das suas palavras de incentivo e isso excitou-me também. Começou a ser mais tolerável a tarefa, embora o sabor não tenha melhorado, ahaahah.
De repente cai um pedaço do creme (meitado) ao chão e o primo do meu amigo disse que as regras eram claras: se tinha de comer tudo isso implicava que tivesse de comer o pedaço que caiu ao chão. Entre palavras de incentivo e de praxe, obrigou me a lamber do chão o pedaço de creme. Eu obedeci e isso foi quase o sinal que eu dava, uma espécie de tiro de partida para começar a putaria.
É que depois disso, claro, soltou se o pandemónio e eu fui a puta deles. O primo, esperto mergulhou a pila no creme e, regras são regras, “tens de comer o creme todo, por isso tem de lamber daqui”. O que eu fiz, claro, não queria desrespeitar as regras. Mas por dentro o jogo já pouco interessava, estava já doido de excitação e sabia que ia dar prazer a dois machos.
Contudo mantivemos a farsa de nos centrarmos na bola, como se um acordo não escrito entre os três dissesse “não, não, estamos apenas a jogar ao jogo da bolacha e a fazer cumprir as regras”, quando na prática isso já não interessava. Assim, acabei por comer a bola toda, que nem uma puta, sempre bem incentivado pelos dois, principalmente o primo que era um macho dominante e que claramente estava a gostar muito de me ver a comê-la toda, bocadinho a bocadinho. Nessa altura o crema da bola (e a meita que estava com ele misturado) estava já barrada nas suas pilas pelos que para finalizar a tarefa mesmo, tinha de as lamber bem lambidas. Eles já estavam com uma tesão do caraças e eu sabia no que é que isto ia dar.
Pus me de joelhos, no chão da cozinha, a mamar a pila de cada um à vez. O primo, com medo que eu parasse ia dizendo “ah ainda está aqui um bocadinho” que não estava, e eu lá alinhava na brincadeira. Volta e meia deixei cair a máscara e perguntei se não queria ir para o sofá, o que era o mesmo que dizer que queria levar no cu. Aquele caminho de cinco metros talvez, da cozinha à sala pareceram 500 qulómetros “wow, será isto real? Vou mesmo levar de dois?”. Sim era real. Muito provavelmente o meu amigo havia contado ao primo dele que eu era a pita dele e orquestraram isto tudo para me foderem em double team. Devo dizer que não era preciso isto tudo, eu de bom grado aceitaria a ideia, mas o primo, com a sua perversa mente, devia querer avaliar o quão puta eu de facto poderia ser, daí que tenha engendrado o jogo.
Ora bem, chegados à sala, pus-me de quatro em cima do sofá, o primo meteu-se por trás de mim e o meu amigo à frente e as coisas foram fluindo. Sem grande preparo (umas cuspidelas e uma ou duas dedadas) senti o caralho do primo a entrar-me no cu (era um belo caralho, maior que o o do meu amigo) e estivemos numa grande rotação de turnos, ora um no cu, ora outro na boca, sempre a rodarem, sei lá quanto tempo, pois quando se está com uma pila no cu e outra na boca, perde-se a noção do tempo.
Por mais awkward que aquilo pudesse ser (afinal, já é bem estranho estar com um, quanto mais com dois), eu senti-me muito bem no meio dos dois, a dar prazer aos dois, a ouvir os gemidos e urros de ambos, e a gemer para os excitar. E foi muito divertido, muito dinâmico, houve muita química, muita excitação. Ai.
Tanto que cada um veio-se, pelo menos, uma vez no meu cu e uma na boca e o primo ainda finalizou por uma ultima vez na minha cara, dando-me a marca de uma puta, uma espécie de o seu selo de aprovação. Fui à casa de banho para tentar tirar alguma meita dentro do meu recto. Mas ela não quis sair. E quase eu tb já não queria sair, tal era a vergonha que fica, pós-excitação. Mas saí da casa de banho e encarei-os, todos satisfeitos de me terem rebentado o cu todo. E também fiquei satisfeito de lhes ter dado tanto prazer. Fui para casa com aquela esporra toda no cu, e com orgulho disso. Apeteceu-me dizer a cada pessoa que passei no caminho “sabe, estive agora a levar no cu de dois gajos”, tal era o prazer que isso me tinha dado.
O único arrependimento que ficou foi o de ter recusado quando eles me pediram para pôr os dois ao mesmo tempo dentro do cu. Eu não aceitei, afinal, até há poucos meses era virgem do cu. Hoje, estou arrependido de ter dito que não. Hoje diria que sim. Seja como for, esta panca de comer algo meitado ficou. Lembra-me sempre desta aventura, das melhores que tive

Bunlar da hoşunuza gidebilir...

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